Nos primeiros momentos de vida do bebê, as trocas de afeto entre pais e filhos são fundamentais para a formação do sentimento de segurança, que sempre estará presente na vida da criança consolidando as bases de seu futuro bem-estar físico e emocional.

O choro, o sorriso ou o olhar sereno do bebê para mãe, são passíveis de tornar-se comportamentos de busca de apego. A proximidade, o contato físico e a voz são os veículos por meio dos quais se alimentam no sentido de segurança e o bem-estar emocional e psicológico da criança.

O apego mãe-filho é um vínculo lindo que é formado nos três primeiros meses. Além do choro, as crianças conquistam os adultos também com as expressões não verbal, com o corpo. A ativação dos comportamentos parentais está ligada na sua maioria aos sentimentos vivenciados com seu meio. Quando a criança está segura e confiante ela molda seu corpo no do adulto possibilitando assim o vínculo afetivo.

A criança tem papel fundamental para a formação do vínculo de apego, por mais que o maior função seja do adulto.

E o que acontece quando o apego é carente,  confuso ou ausente?

Na ausência desse afeto, a criança custa a crescer, torna-se uma criança apática,  adoece com facilidade, sua parte cognitiva fica mais atrasada, respondendo pouco aos estímulos dados a ela, ao contrário de uma criança que tem todo um vínculo afetivo, ela se torna uma criança insegura. Isso acontece quando lá nos três primeiros meses ele não recebe esse estímulo afetivo por parte dos pais.

Portanto, as primeiras fases de vida do bebê são essenciais para a formação do apego e para o consequente senso de segurança. Os pais representam o papel fundamental para estruturação da mente infantil,  seja ela no desenvolvimento emocional, seja para o cognitivo, por isso que é de total importância a criação através de afeto.


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